Temos de ver todas as cicatrizes como algo belo. Combinado? Este vai ser o nosso segredo. Porque, acredite em mim, uma cicatriz não se forma num morto. Uma cicatriz significa: Eu sobrevivi.
(Caio F. Abreu)

Sua Morena
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O amor se esgota, pensei.
Charles Bukowski   (via auroriar)
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tooombz:

Felix Gonzalez-Torres
Untitled (Perfect Lovers) 1991. Clocks, paint on wall.

Untitled (Perfect Lovers) consists of two clocks, which start in synchronisation, and slowly, inevitably fall out of time due to the failure of the batteries and the nature of the mechanism. In a moving comment on his personal experiences, the piece refers to Gonzalez-Torres’ HIV positive partner Ross Laycock, and his slow decline and inevitable death due to AIDS. The clocks act as two mechanical heartbeats; representative of two lives destined to fall out of sync, and holds a poignant poetry about personal loss and the temporal nature of life.

Don’t be afraid of the clocks, they are our time, time has been so generous to us…We conquered fate by meeting at a certain time in a certain space…we are synchronized, now forever. I love you.”

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Rimas. Ri mais? Rir, mas de quê? Talvez um quê de queijo, um bê de beijo. Beijo vai, mas bem jovem. Então vem! Nu mesmo, vem nuvem, vem. Mas vem sem. Sem vergonha, sem pudor, sem graça, sem açúcar e sentimento. Se sentir, não vou deixá-lo ir. Sem ir, sem ti, eu não vou a lugar nenhum, nem dois, nem três e nem quartos. Por que mentes? Ah, que mentes não sentiriam saudades doentes. Do ente querido, do ente que queria ter ido, do ente que quase foi. Ufa, e foi por pouco. Já anoiteceu. A noite teceu estrelas, estralos, entranhas e estranhos. A noite teceu trapézios, trapezistas, trôpegos, traficantes, trapaceiros e tresloucados. Também temor. Ter amor, amoras, amantes, amarelos. Ah, não. Amá-los ou amar elos? Meio a meio, meio fio, meio feio, meio feito. Essa história meio fora de hora de novo? Sim. De novo, de novo e de manhã, de tarde, de velho, de ontem, de frente, defronte e de ré. Ré é renascer, renascentista, iluminista, sulista, turista, budista, autista. Arista? Mundano. Mundo, mudo, muda, mudas. Mudas de gente descrente, descontente, demente, indecente, decadente, ai. Dor de dente, dor de gente. E quem cura? Loucura.
Cinzentos.   (via odeiorotulos)
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O pior estranho é aquele que um dia você tanto conheceu.
Desconhecido.   (via odeiorotulos)
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Joselito era um menino comum, como todos os outros. Era quietinho: o último filho de uma família numerosa. Ficava no seu canto boa parte do tempo, brincava, estudava. Certa vez, a professora da escola dominical de Joselito falou sobre o poder da oração, pediu a seus alunos que escrevessem uma oração. A oração de Joselito causou espanto e a professora permitiu que a publicássemos para a congregação: “Querido Papai de Céu, muito obrigado por tudo o que o Senhor tem nos dado. Nossa professora disse que o Senhor tem todo o poder para fazer qualquer coisa. Eu acredito nela e no Senhor também. Eu gostaria de ser uma televisão. Gostaria que o Senhor me transformasse numa TV. Sei que para o Senhor, isto deve ser muito fácil, pois a tia disse que o Senhor fez a gente com pó. Papai do Céu, não fique bravo por eu querer ser TV. Eu gosto de ser um menino, mas eu gostaria mais ainda de ser uma televisão. Sabe Deus, se seu fosse uma TV, mamãe ficaria comigo um bom tempo durante a tarde e meus irmãos iriam até brigar para ver quem iria ficar comigo. Se eu fosse TV, nas noites e feriados, todo mundo ficaria reunido ao meu redor, prestando atenção em mim, até mesmo quando eu não tivesse coisas importantes a dizer. Se eu fosse TV e acontecesse algo comigo, todos cuidariam de mim muito rápido, chamariam homens inteligentes para cuidar de mim e nunca deixariam que alguém me maltratasse ou batesse em mim. Se eu fosse TV, teria um quarto bem bonito com sofá e tudo mais só para mim e nunca teria que ficar em silêncio quando os outros conversam, jantam ou fazem outras coisas. Se eu fosse TV, todos ficariam olhando para mim, rindo e não permitiriam que as outras coisas atrapalhassem nosso tempo juntos. Se eu fosse TV, seria sempre o último a ter que ir dormir, e só depois de ficar muito com toda a família. Papai do Céu, se eu fosse uma televisão, eu seria mas feliz!”
— O menino que queria ser, televisão. (via desalojado)
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